|
|
|
|
|
Nazareno
nasceu em Fortaleza, vive e trabalha em São Paulo. Formou-se em Artes
Plásticas pela UNB (1998). Trabalha com instalações,
objetos e desenhos. Entre as coletivas que participou, destacam-se Jogos
de Guerra no Memorial da América Latina em São Paulo (2010);
Brasília síntese das artes no Centro Cultural Banco do Brasil
no Distrito Federal (2010); Geração da Virada - Os anos recentes
da arte brasileira no Instituto Tomie Ohtake em São Paulo (2006).
Indicado para o Prêmio Marcantônio Vilaça (2006), também
publicou o livro São As Coisas Que Você Não Vê
Que Nos Separam (2004). Atualmente é representado pela galerias Mariana
Moura (Recife), Paulo Darzé (Salvador), Emma Thomas (São Paulo)
e Arte em Dobro (Rio de Janeiro).
|
|
|
|
Nazareno
A obra de Nazareno para o projeto Múltiplos 397, Silêncio por
favor, situa-se no limite da visibilidade. As quatro taças de cristal,
colocadas sobre uma tábua de madeira, permanecem silenciosas, sem
chamar atenção para si mesmas. Para acionar a obra, temos
que tocá-la, literalmente. A ocupação do espaço
não se faz apenas pela presença visual dos objetos, mas também
pelo toque do espectador e pela propagação do som que deles
emana. O trabalho acontece nesse trânsito: aparece, desaparece, converte-se
em música, ocupa o espaço, convocando plenamente a sensibilidade
do observador. A produção do artista, já bastante conhecida
no meio, é associada a desenhos delicados, inspirados em contos de
fadas, no universo infantil ou em situações cotidianas. São
desenhos que tocam o vazio, mostrando associações inesperadas,
gestos mínimos e frases curtas, porém carregadas de significado.
|
|